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  • “Ambiguous Desire”: Arlo Parks leva sua introspecção para a pista de dança

    19/4/2026

    Arlo Parks trocou o isolamento do quarto pelas pistas de dança em seu terceiro álbum de estúdio, “Ambiguous Desire”, lançado em 31 de março de 2026. Após interromper sua turnê anterior para priorizar a saúde mental, a artista britânica estabeleceu raízes entre Los Angeles e Nova York, transformando o burnout e a calmaria em um registro que mira a música eletrônica.

    O disco nasce de uma mudança: Parks passou a frequentar noites de discotecagem, começou a tocar sets e mergulhou em referências como UK garage e breakbeat. A produção, liderada por Baird em um loft em LA ao longo de dois anos, abandona a formação de banda e prioriza sintetizadores, baterias programadas e graves pesados. Paul Epworth e Buddy Ross assinam faixas específicas, enquanto Sampha aparece em “Senses”, único feat do álbum.

    As músicas se organizam como cenas: encontros em bares, festas que atravessam a madrugada, relações instáveis. Personagens recorrentes e situações dão materialidade às letras, que mantêm o foco em desejo, identidade e vulnerabilidade. As faixas têm um pulso constante, quase hipnótico, que não explode, mas sustenta um movimento contínuo. É uma dança suave, mais interna do que física, guiada por camadas que vão se revelando aos poucos.

    A artista descreve o trabalho como um esforço para aceitar as próprias contradições, integrando dança e reflexões pessoais: “Saí da minha cabeça e fui para o meu corpo”. O resultado reposiciona Parks em um território mais físico e coletivo, sem abandonar a escrita confessional que marcou seus trabalhos anteriores.

  • Tom Rowlands e Aurora lançam álbum de estreia do projeto Tomora

    18/4/2026

    Tom Rowlands, integrante do duo Chemical Brothers, e a cantora norueguesa Aurora lançaram nesta sexta-feira (17) o álbum “Come Closer”, primeiro trabalho do projeto colaborativo Tomora. O disco, distribuído pela gravadora Fontana, apresenta 12 faixas inéditas e sucede a parceria iniciada em 2019, quando a artista gravou vocais para o álbum “No Geography”, do Chemical Brothers.

    O álbum foi disponibilizado em formato digital e em cinco edições de vinil, incluindo versões em rosa marmorizado, branco e uma variante que brilha no escuro.

    O repertório percorre gêneros como techno e trip-hop. Entre os destaques estão as as dançantes “Ring the Alarm” e “Somewhere Else” e a etérea “Ring the Alarm”.

    Após a passagem pelos Estados Unidos (Festival Coachella), o grupo segue para apresentações na Europa.

  • Temple of the Dog celebra 35 anos

    16/4/2026

    Lançado há 35 anos, em 16 de abril de 1991, o álbum homônimo do Temple of the Dog registrou um momento de transição e luto na cena musical de Seattle. O supergrupo surgiu como um tributo a Andrew Wood, vocalista da banda Mother Love Bone, que morreu precocemente em março de 1990.

    Idealizado por Chris Cornell, do Soundgarden, o projeto reuniu os músicos Stone Gossard e Jeff Ament à formação que, pouco tempo depois, daria origem ao Pearl Jam. O disco foi gravado em apenas 15 dias, aproveitando demos de Gossard e composições de Cornell.

    A colaboração marcou a estreia na cena local de Eddie Vedder. Sem a pressão comercial de grandes gravadoras, o grupo priorizou a experimentação coletiva, resultando em faixas que se tornaram pilares do grunge, como o dueto “Hunger Strike”.

    Após décadas de hiato, a banda realizou uma breve turnê de reencontro em 2016, pouco antes da morte de Cornell em 2017.

  • James Blake assume independência com o lançamento de Trying Times

    13/3/2026

    O músico britânico James Blake lançou hoje seu sétimo álbum de estúdio, “Trying Times”. O trabalho marca uma virada na trajetória do artista vencedor do Grammy, sendo o seu primeiro lançamento totalmente independente pelo selo próprio, Good Boy Records. A mudança de modelo reflete uma decisão do artista de assumir controle direto sobre distribuição, turnês e gestão financeira após questionar práticas da indústria musical.

    O disco apresenta 13 faixas e inclui participações de nomes como o rapper britânico Dave, na música “Doesn’t Just Happen”, e de Monica Martin, em “Didn’t Come To Argue”. Na produção, Blake utiliza elementos de soul, hip-hop e música eletrônica, mantendo técnicas de processamento vocal e sintetizadores que acumulam mais de 2,2 bilhões de streams em seu catálogo. O álbum também conta com a colaboração do compositor Ludwig Göransson, vencedor do Oscar, com quem Blake trabalhou recentemente na trilha sonora do filme Sinners.

    Tematicamente, as faixas abordam a tensão entre a hiperconectividade digital e o isolamento. Entre os destaques estão os singles “Death Of Love” e a faixa-título, que consolidam sua estética de experimentação vocal e produção imersiva. Acompanhando o lançamento, Blake confirmou uma turnê europeia para setembro.

  • Último disco do R.E.M., “Collapse Into Now” faz 15 anos

    9/3/2026

    O álbum “Collapse Into Now”, décimo quinto trabalho de estúdio do R.E.M., completou quinze anos de lançamento. Este foi o primeiro disco de estúdio da banda a trazer os integrantes na capa, com Michael Stipe acenando, imagem que passou a ser associada ao fim do grupo, anunciado meses depois.

    O disco equilibrou o pop melódico do início da banda com abordagens experimentais e reflexivas. Produzido por Jacknife Lee e pela banda, o disco teve como singles “It Happened Today,” “Mine Smell Like Honey,” “Uberlin,” “Oh My Heart” e “Discoverer.”

    Entre as colaborações, Eddie Vedder contribuiu com vocais na faixa “It Happened Today”, enquanto Patti Smith divide “Blue” com Stipe na faixa de encerramento.

  • “Man on the Run” explora a vida e carreira de McCartney após o fim dos Beatles

    8/3/2026

    O documentário “Man on the Run” estreou no Amazon Prime Video com foco nos anos de Paul McCartney logo após o fim dos Beatles. A obra utiliza áudios inéditos e imagens de arquivo para narrar a transição do músico para a carreira solo e a criação da banda Wings, priorizando a vida em família com sua esposa Linda.
    O filme detalha a relação complexa com John Lennon e o impacto de sua morte, mostrando como McCartney buscou reconstruir sua identidade artística fora da sombra da antiga banda.

  • Neil Young destaca Pearl Jam como síntese do rock em sua melhor forma

    27/2/2026

    Neil Young afirmou que o Pearl Jam é a única banda que ele precisaria ouvir para se sentir seguro sobre o futuro da música. O compositor, conhecido por sua busca por autenticidade, descreveu o grupo como detentor de uma “essência” rara para criar composições relevantes. Para Young, os músicos de Seattle conseguiram sintetizar o rock aos seus melhores atributos, dispensando excessos. 

    Neil Young reforçou que, mesmo sem outros artistas no mundo, não estaria preocupado, pois a base para se fazer boa música está preservada no trabalho do Pearl Jam.

  • Kurt Cobain

    27/2/2026

    Em 2002, Journals foi lançado nos EUA, permitindo o acesso à coleção dos diários pessoais de Kurt Cobain, líder do Nirvana. Com letras, desenhos e reflexões, o livro revela o lado mais íntimo e vulnerável do artista, oferecendo um retrato complexo de seus pensamentos e emoções. Além dos aspectos pessoais, traz também reflexões sobre fama e o mercado fonográfico.

    No Brasil, a obra chegou em 2021, sob o título Diários. A introdução convida o leitor a uma experiência íntima:

    “Não leia meu diário quando eu não estiver. OK, estou indo trabalhar agora. Quando você acordar nesta manhã, por favor leia meu diário. Olhe minhas coisas e me entenda.”

    A seguir, outra passagem do diário:

    “Eu só preciso de uma turma, um público, uma razão para sorrir. Não vou sufocá-los, ah, merda, merda, por favor, tem alguém aí? […] Eu quero ser aceito. Eu tenho de ser aceito. Visto qualquer tipo de roupa que vocês quiserem! Estou muito cansado de chorar e sonhar, estou tãããão, tãããão sozinho. Não tem ninguém aí? Por favor, me ajude. ME AJUDE!”

  • Don Henley revela origem de “Hotel California”

    21/2/2026

    Don Henley revelou que o clássico Hotel California nasceu de uma fita cassete gravada por Don Felder em um estúdio caseiro. A gravação original continha apenas o riff de guitarra acompanhado por uma bateria eletrônica simples.

    Henley selecionou a melodia entre várias sugestões e desenvolveu a letra enquanto dirigia, buscando referências culturais específicas da época. O processo criativo foi finalizado em parceria com Glenn Frey. 

  • Discos da fase racional de Tim Maia voltam em vinil com material extra

    20/2/2026

    Os álbuns da fase mística de Tim Maia ganham reedição em vinil pela gravadora Rocinante. Previstos para março, os discos trazem áudio remasterizado e itens extras, como encartes e artes gráficas restauradas.

    Gravada nos anos 70, a obra reflete o período em que o músico seguiu uma doutrina. Embora Tim tenha renegado os álbuns depois, eles seguem como peças cultuadas da música brasileira.

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