35 anos de “Vogue”

A canção de Madonna não só liderou as paradas globais, como também trouxe ao grande público o voguing, dança originária da cena ballroom do Harlem. No mesmo ano, o documentário Paris Is Burning, de Jennie Livingston, registrava essa cultura underground. Com referências cinematográficas clássicas e um som marcante, “Vogue” faz parte do disco I’m Breathless,Continuar lendo “35 anos de “Vogue””

Violator e a maturidade sonora do Depeche Mode”

Lançado em 19 de março de 1990, Violator apresentou ao público faixas como “Personal Jesus”, “Enjoy the Silence”, “Policy of Truth” e “World in My Eyes”, consolidando-se como um marco decisivo na trajetória do Depeche Mode. O álbum ampliou o alcance estético da banda e estabeleceu um novo patamar de reconhecimento internacional. Gravado entre 1989Continuar lendo “Violator e a maturidade sonora do Depeche Mode””

Elastica: quando o britpop ecoa o post-punk

Há trinta anos, em março de 1995, o Elastica lançava seu álbum de estreia homônimo, que rapidamente alcançou o topo das paradas britânicas. O disco estabeleceu, à época, o recorde de estreia com vendas mais rápidas no Reino Unido, superando Definitely Maybe, do Oasis. Formado por Justine Frischmann, Justin Welch, Annie Holland e Donna Matthews,Continuar lendo “Elastica: quando o britpop ecoa o post-punk”

A pedra bruta do Daft Punk: 20 anos de “Human After All”

Lançado em 14 de março de 2005, Human After All marca uma inflexão no percurso do Daft Punk. Terceiro álbum de estúdio da dupla francesa, o disco se afasta da exuberância disco e do house de Discovery (2001), adotando uma abordagem mais direta. Gravado em cerca de seis semanas, entre setembro e novembro de 2004,Continuar lendo “A pedra bruta do Daft Punk: 20 anos de “Human After All””

Faith No More: Álbum “King for a Day… Fool for a Lifetime” completa 30 anos

Há 30 anos, o Faith No More lançava King for a Day… Fool for a Lifetime, seu quinto álbum de estúdio. O disco contém faixas como “Digging the Grave”, “Evidence”, “Ricochet” e “Just a Man”, e marcou um novo capítulo na trajetória do grupo ao aprofundar a combinação pouco ortodoxa de estilos que já definiaContinuar lendo “Faith No More: Álbum “King for a Day… Fool for a Lifetime” completa 30 anos”

‘Here We Go Crazy’, a urgência de Bob Mould

Lançado ontem, Here We Go Crazy marca o retorno de Bob Mould aos estúdios após um hiato de cinco anos desde Blue Hearts (2020). Décimo quinto álbum de sua carreira solo, o trabalho reafirma a parceria com o baixista Jason Narducy e o baterista Jon Wurster. O disco se distancia da tensão política explícita deContinuar lendo “‘Here We Go Crazy’, a urgência de Bob Mould”

The Bends: Radiohead em transição

Lançado em 13 de março de 1995, The Bends afirmou o Radiohead como uma das vozes mais relevantes do rock alternativo dos anos 1990. Segundo álbum da banda, o disco marcou uma guinada clara em relação à estreia Pablo Honey, ao aprofundar a complexidade lírica e investir em arranjos mais elaborados. Produzido por John Leckie,Continuar lendo “The Bends: Radiohead em transição”

R.E.M.: Admiração e amizade para toda a vida

R.E.M. é uma daquelas bandas que eu admiro no palco e nos bastidores. Eles construíram uma história tão admirável quanto a discografia deles. Para comemorar a inclusão do grupo no Songwriters Hall of Fame, a formação original se juntou após 30 anos. Durante a entrevista, o vocalista Michael Stipe afirmou: “Estamos aqui para contar aContinuar lendo “R.E.M.: Admiração e amizade para toda a vida”

Melancolia atemporal: O legado de “Fade into You”

Em abril de 1994, o Mazzy Star lançava single ‘Fade into You’, faixa que se tornaria a assinatura definitiva da banda. Embora o álbum So Tonight That I Might See tenha saído em 1993, foi o sucesso desta canção que rompeu a bolha do underground, levando a estética dream pop às paradas da Billboard. ComContinuar lendo “Melancolia atemporal: O legado de “Fade into You””

2+2=5 [O show do Radiohead em São Paulo]

Contemplação, segundo o Houaiss, é a concentração prolongada da atenção e a reflexão profunda. A palavra cai bem para descrever a estreia do Radiohead em São Paulo, show que encerrou anos de espera e especulação sobre quando a banda finalmente tocaria por aqui. O que se viu no palco foi uma banda confortável, sem pressa.Continuar lendo “2+2=5 [O show do Radiohead em São Paulo]”